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O Comité Ecuménico Para o Desenvolvimento Social (CEDES)

+ de 30 anos em acção

O Comité Ecuménico Para o Desenvolvimento Social (CEDES) é uma organização religiosa sem fins lucrativos fundada em 1997, pelo Conselho Cristão de Moçambique, Federação Mundial Luterana (LWF) e a Cáritas Moçambicana em razão da transformação do Programa de Repatriamento, Reassentamento e Reintegração (RRR) de refugiados regressados dos países vizinhos, após o Acordo Geral de Paz (AGP) em 1992 ……..

192.965

Beneficiários  Assistidos em 2023 pelos programas da CEDES

Lobby e advocacia
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DRR e emergência
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Educação
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Água e saneamento
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Meios de vida e Segurança Alimentar
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Visão

Sociedade Moçambicana vivendo em paz e harmonia, com poder sócio económico, moral e dignidade humana restaurada

Missão

Contribuir para o desenvolvimento viável e sustentável das comunidades e agregados familiares empoderando os grupos mais pobres, vulneráveis e desfavorecidos em Moçambique.

EM DESTAQUE

CEDES Moçambique realiza reunião anual de balanço das atividades e programas de 2024

A CEDES Moçambique realizou, no início deste ano, a sua reunião anual de balanço das actividades e programas de 2024. O encontro teve lugar em Inhassoro e contou com a presença dos coordenadores provinciais e dos técnicos dos programas das províncias de Inhambane, Sofala e Gaza.

CEDES realizou a 20ª reunião anual de balanço das atividades e programas 2025.

A CEDES Moçambique  realizou, no fim  deste ano, 20ª reunião anual, sob o lema: Unidos pelo propósito, fortalecidos pela colaboração. tendo como obalanço das actividades e programas de 2025. que teve como tema  O encontro teve lugar em Maputo  e contou com a presença dos coordenadores provinciais e dos técnicos dos programas das províncias de Inhambane, Sofala e Gaza

Visita dos Parceiros da PPM aos escritórios da CEDES

Ciclone Chido

O Ciclone Chido atingiu a província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, em meados de dezembro de 2024, causando danos significativos e perdas humanas consideráveis.

Impacto Humano:
O número de mortes no país aumentou para pelo menos 94, conforme relatado em 22 de dezembro de 2024.
Anteriormente, em 19 de dezembro, foram reportadas 73 mortes, sendo 66 delas na província de Cabo Delgado.
Além disso, foram registradas centenas de feridos e milhares de deslocados devido à destruição de suas residências.

Danos Materiais:
Mais de 35.000 casas foram destruídas ou danificadas, afetando aproximadamente 174.000 pessoas.
Infraestruturas críticas, como escolas, unidades de saúde e sistemas de abastecimento de água, sofreram danos severos, prejudicando ainda mais as condições de vida na região.

Infraestrutura e Comunicações:
O ciclone causou destruição em estradas e redes de comunicação, dificultando os esforços de socorro e assistência às áreas afetadas.
A devastação causada pelo Ciclone Chido em Cabo Delgado agravou a situação humanitária em uma região já vulnerável, aumentando a necessidade de assistência emergencial e apoio para a reconstrução das comunidades afetadas.

Chuvas fortes e Enchentes na provincia de nampula

As Chuvas intensas e ventos fortes atinguiram na data de  20 Janeiro do ano de  2026  os campos agrícolas , destruindo o meio de sustento , e alimentacao de muitos residentes  assistidos pelo CEDES em Corrane, província de Nampula.

Inundações na provincia de Gaza

Cheias afetam gravemente comunidades de Massingir, Chicualacuala e Mabalane
As cheias recentes que atingiram os distritos de Massingir, Chicualacuala e Mabalane, na província de Gaza, deixaram milhares de famílias em situação de grande vulnerabilidade.

Nas comunidades de Salane, Macandazulo e noutras zonas rurais, campos agrícolas ficaram inundados, destruindo culturas que garantiam o sustento diário das famílias. Para muitas delas, a perda da machamba representa não apenas falta de alimento, mas também a perda da esperança.

No distrito de Massingir, várias casas foram invadidas pelas águas ou totalmente destruídas, obrigando famílias a abandonar os seus lares e a viver em condições precárias. Crianças, idosos e mulheres enfrentam dias marcados pela incerteza.

As vias de acesso danificadas, incluindo a estrada Mapai–Pafuri e a Estrada Nacional N221, isolaram comunidades inteiras, dificultando o acesso à ajuda humanitária e aos serviços básicos. A destruição da rede elétrica e os danos no posto de saúde do Posto Administrativo de Zulo agravam ainda mais a situação.
Perante este cenário, torna-se urgente unir esforços para apoiar as comunidades afetadas, restaurar a dignidade das famílias e devolver-lhes a esperança.

A CEDES reafirma o seu compromisso de continuar ao lado das populações vulneráveis.

Inundações na Provincia de SOFALA

Comunidades do Vale do Búzi Unem-se na Resposta às Inundações.

As recentes inundações registadas nos distritos de Nhamatanda e Chibabava, ao longo do vale do rio Búzi, colocaram várias comunidades em situação de elevada vulnerabilidade. A subida do caudal e o transbordo do rio afetaram habitações, campos agrícolas e meios de subsistência, gerando momentos de grande incerteza para inúmeras famílias.

Perante este cenário, os Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres (CLGRD) desempenharam um papel fundamental na proteção de vidas humanas. Desde a fase de aviso prévio e alerta vermelho, os membros dos comités mobilizaram-se para disseminar informações essenciais nas comunidades, sensibilizando as famílias sobre a necessidade de evacuação das zonas de risco.

Com o agravamento da situação, foram realizadas ações de busca, resgate e evacuação compulsiva, garantindo a retirada segura das famílias para zonas mais seguras. Em alguns casos, como no distrito de Nhamatanda, famílias afetadas encontraram abrigo temporário em infraestruturas comunitárias, incluindo escolas, assegurando proteção mínima durante o período crítico das cheias.

Após a redução do nível das águas, iniciou-se o processo de avaliação dos danos e das necessidades pós-inundação. Membros dos CLGRD, promotores comunitários e residentes trabalharam em conjunto para identificar os impactos nas habitações, campos agrícolas e infraestruturas locais. Os danos registados nos campos individuais comprometem seriamente a segurança alimentar das famílias afetadas.

Apesar dos desafios, as comunidades demonstraram resiliência, organização e solidariedade, reforçando a importância do envolvimento comunitário na gestão do risco de desastres. 

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